Epilóbio

Epilóbio (Epilobium angustifolium L.) – Antidiarreico e anti-inflamatório

Esta bela planta das montanhas europeias, além de alegrar a vista com o seu colorido, comunica um agradável sabor doce às tisanas que com ela se fazem. No Norte da Europa é muito apreciada, comendo-se os seus brotos tenros em salada.

Propriedades e Indicações:

Toda a planta contém tanino, pectina e mucilagem. Tem propriedades adstringentes, devido ao seu conteúdo em tanino; e emolientes (desinflama a pele e as mucosas), graças à sua riqueza em mucilagens e pectina. As suas aplicações mais comuns são as seguintes:

Diarreias, gastrenterites e, em geral, todas as inflamações da mucosa digestiva. Além de adstringente, o epilóbio é também anti-inflamatório. Corta a diarreia e faz desaparecer o mal-estar abdominal (1).

Estomatite (inflamação da mucosa bucal), gengivite e faringite: Aplicada em bochechos e gargarejos, tem efeito anti-inflamatório e deixa uma agradável sensação de frescura na boca (2).

Preparação e Emprego

Uso interno

1-Infusão com 50 g de flores e raiz secas num litro de água, de que se tomam 4 ou 5 chávenas por dia.

Uso externo

2-Bochechos e gargarejos: Fazem-se com a mesma infusão que se utiliza internamente.

Outros nomes: Esp.: epilobio, laurel de San Antonio. Fr.: épilobe. Ing.: willowherb, rose bay.

Habitat: Difundido por toda a Europa e Ásia Setentrional. Encontra-se nas serras do norte e do centro da Península Ibérica e na Sierra Nevada. Cria-se nos bosques frios de montanha.

Descrição: Planta vivaz da família das Enoteráceas, cujo caule rígido atinge 70-100 cm de altura. As flores têm 4 pétalas e 4 sépalas de um cor-de-rosa vivo ou púrpura.

Partes utilizadas: As flores e a raiz secas.

Fonte: A Saúde pelas Plantas Medicinais, Vol.2, de Jorge D. Pamplona Roger

Composto e postado por Ângela Barnabé

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